quinta-feira

CONFLITOS NO CAMPO 2010.

Enviado por: CPT RN

Eventos lembram um ano da morte de José Maria

030411_zemariadotome
O Povo - [Rita Célia Faheina] Quase um ano após a morte de José Maria, em Limoeiro do Norte, as investigações sobre os autores do assassinato ainda não foram concluídas. Vários eventos estão programados para lembrar o primeiro ano de morte.
Debates sobre o uso indiscriminado de agrotóxicos, caminhadas, panfletagens, inauguração de um memorial, celebração eucarística, vigília. São eventos programados para lembrar um ano da morte do ambientalista e líder comunitário José Maria Filho. São organizados pela Comissão Diocesana da Caridade, da Justiça e da Paz de Limoeiro do Norte.
No dia 21 de abril do ano passado, Zé Maria do Tomé, como era conhecido, foi assassinado no caminho de casa, na Chapada do Apodi. Até agora, os autores do crime não foram identificados pela polícia.
Em carta aberta, os sacerdotes que fazem parte da Comissão Diocesana estão divulgando vários eventos programados para os próximos dias 19 e 20. Ocorrerão tanto na sede do município como na localidade do Tomé, onde o ambientalista lutava por melhores condições de vida e saúde dos moradores.

Contra os agrotóxicos
Entidades e movimentos sociais acreditam que a morte de Zé Maria Filho foi por causa da insistente luta dele para acabar com o uso de agrotóxicos. Também pelas denúncias que fazia sobre a poluição das águas e a exploração dos trabalhadores. No dia em que morreu, Zé Maria seguia sozinho para casa, na comunidade do Tomé.
O primeiro evento, na tarde do dia 19, será um encontro das pastorais sociais sobre os grandes projetos desenvolvimentistas e os impactos na vida do povo.
E à noite haverá, na Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos, outro debate, que reunirá pesquisadores, profissionais de saúde, trabalhadores rurais e lideranças comunitárias em áreas de conflito com o uso de agrotóxico no Ceará.
Além disso, será realizado o lançamento de um livro de cordel sobre a utilização indiscriminada de agrotóxicos naquela região.

Quem
ENTENDA A NOTÍCIA
O ambientalista e líder comunitário José Maria Filho, conhecido como Zé Maria do Tomé, lutava contra o uso indiscriminado de agrotóxicos na localidade onde morava, em Limoeiro do Norte, no Vale do Jaguaribe. Foi morto a tiros. Os autores do crime ainda não foram identificados.

PROGRAMAÇÃO
No próximo dia 19, imo, à tarde, haverá o Encontro Estadual das Pastorais Sociais sobre os grandes projetos e seus impactos na vida do povo, no Centro Diocesano de Pastoral.
À noite, um debate envolvendo comunidades em conflito com o uso de agrotóxico nas várias regiões do estado e lançamento do cordel sobre o uso de agrotóxicos. Local: Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos (Fafidam).
No dia 20, pela manhã, haverá um café comunitário no Centro Diocesano de Pastoral; visita e panfletagem nos bairros de Limoeiro do Norte; caminhada na comunidade do Tomé; marcha pelo centro de Limoeiro do Norte; almoço no Centro Diocesano de Pastoral.
Na tarde do dia 20, às 16 horas, haverá concentração no local do assassinato de Zé Maria, na Chapada do Apodi; caminhada para o Tomé e inauguração do Memorial da Chapada.
Às 18 horas, começa a celebração eucarística, que será seguida por uma vigília. Em seguida, show com o cantor Zé Vicente.

Matéria Elaborada por: Rita Célia Faheina
Extraída do: Portal Diário Liberdade 

quarta-feira

Açude Pataxó sangra, mas não preocupa


O Açude Pataxó, localizado no município de Ipanguaçu, sangrou na manhã dessa terça-feira, 12.

Segundo o coordenador da Defesa Civil municipal, Luis Alberto da Silva, por volta das 10 horas da manhã, a água do açude lavou a parede de contenção chegando a uma lâmina de água de quatro centímetros.
O sangramento foi provocado pela água que desceu do Açude Angicos, que também sangrou no início da semana por conta das fortes chuvas do final de semana.
O sangramento de um açude geralmente é motivo de comemoração, mas, nesse caso, o despertar do Açude Pataxó trás muito mais preocupação.
A população das comunidades próximas ao reservatório teme novas cheias, que tantas vezes já castigaram milhares de famílias.
Porém, ainda não há motivo para preocupação.
Luis Alberto da Silva explicou que a água do Açude Pataxó só atinge a cidade se houver um sangramento com uma lâmina de água superior a 70 centímetros. "O sangramento do açude não representa qualquer risco para a população. Está tudo sobre controle, normal", garantiu Luis.
O coordenador da defesa civil ressaltou também que as cheias que castigam Ipanguaçu são causadas pelo sangramento da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, localizada no município de Itajá, que atualmente está a 1,8 metro de sangrar.
Luis Alberto reiterou que a população deve ficar tranquila e informou que a Prefeitura já elaborou um plano de contenção como forma de prevenção para caso de nova enchente. "Devemos lembrar também que as chuvas não estão sendo fortes nas cabeceiras dos açudes e barragens que mandam água para o Açude Pataxó", acrescentou.
O Açude Pataxó tem capacidade de 24,5 milhões de metros cúbicos de água e o seu sangramento em larga proporção atinge principalmente as localidades de Maria Romana, Ubarana, Frei Damião e Manoel Bonifácio.

FONTE: Jornal DeFato

MST denuncia agrotóxicos e distribui produção orgânica



Integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) distribuíram cerca de uma tonelada de alimentos para as pessoas que passavam pela praça do Palácio do Rio Branco, sede da prefeitura de Ribeirão Preto, na tarde desta terça-feira (12/4).
Segundo os integrantes do Movimento, os alimentos foram produzidos sem a utilização de agrotóxicos.
Os alimentos foram retirados dos assentamentos Mário Lago, em Ribeirão, e do Sepé Tiarajú, de Serrana.
Segundo o coordenador do Movimento em Ribeirão, Fábio Tomaz, essa prática é comum sempre que há manifestações. Eles também entregaram um folheto que fala sobre os malefícios do uso de agrotóxicos.
O grupo se reuniu em uma manifestação na manhã desta terça-feira (12). Eles reivindicam melhorias das condições de vida no assentamento Mário Lago, próximo ao bairro Ribeirão Verde, zona leste da cidade.
Durante a tarde aconteceu uma reunião entre uma comissão do MST, composta por um representante de cada área de interesse (educação, saúde, transporte, entre outros) e o secretário municipal da Casa Civil, Luchesi Júnior.

Meteorologia: Chuvas fortes continuam no Nordeste


As chuvas continuam fortes no Nordeste do país nesta quarta-feira, 13 de abril. Pernambuco, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba serão os estados mais afetados, segundo a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Nas demais áreas da região, chove com trovoadas.
Segundo o Aviso Especial 142, rajadas de vento e trovoadas são esperadas no centro-sul, leste e norte de São Paulo.
Segundo o Aviso Especial 142, rajadas de vento e trovoadas são esperadas no centro-sul, leste e norte de São Paulo.

FONTE: Da Redação, com informações do Inmet.

Choveu forte em Apodi.

RIO UMARI
Ontem (12) no finalzinho da tarde caiu uma forte Chuva no município de Apodi e Região acompanhada de fortes trovoadas. A chuva Iniciou por volta das 18h15min perdurando por toda a noite, chegando a contabilizar um total de 95mm de chuvas.
Tanta chuva assim fez o Rio Umari desaguar pela terceira vez neste, as águas do rio estão no seu leito principal o que não tem causado maiores complicações para os moradores que moram as suas margens. Portanto, apesar do grande volume de água caído na última noite tudo está ocorrendo dentro da tranqüilidade.

segunda-feira

REFLITA:


Aprende com o silêncio
a ouvir os sons interiores da sua alma,
a calar-se nas discussões
e assim evitar tragédias e desafetos.
Aprende com o silêncio
a respeitar a opinião dos outros,
por mais contrária que seja da sua.
Aprende com o silêncio
que a solidão não é o pior castigo,
existem companhias bem piores...
Aprende com o silêncio
que a vida é boa,
que nós só precisamos olhar para o lado certo,
ouvir a música certa, ler o livro certo,
que pode ser qualquer livro,
desde que você o leia até o fim.
Aprende com o silêncio
que tudo tem um ciclo,
como as marés que insistem em ir e voltar,
os pássaros que migram e voltam ao mesmo lugar,
como a Terra que faz a volta completa
sobre o seu próprio eixo...
Aprende com o silêncio
a respeitar a sua vida, valorizar o seu dia,
enxergar em você as qualidades que possui,
equilibrar os defeitos que você tem
e sabe que precisa corrigir
e enxergar aqueles
que você ainda não descobriu.
Aprende com o silêncio a relaxar,
mesmo no pior trânsito,
na maior das cobranças,
na briga mais acalorada,
na discussão entre familiares.
Aprende com o silêncio a respeitar o seu "eu",
a valorizar o ser humano que você é,
a respeitar o Templo que é o seu corpo
e o santuário que é a sua vida.
Aprende hoje com o silêncio,
que gritar não traz respeito,
que ouvir ainda é melhor que muito falar.
 Um abraço. Antonio Praxedes.

                                                                             Enviado por E-mail: Antonio Praxedes

Dengue: diagnóstico e cuidados

Cansaço, febre, dor no corpo. Sintomas que poderiam ser de uma simples gripe podem ser dengue, doença transmitida pela mosquito Aedes aegypti. O verão acabou mas a doença continua fazendo vítimas por todo Brasil. Fique atenta ao combate, por que evitar a proliferação do mosquito causador ainda é a solução mais eficiente contra esse mal.
A dengue no Brasil

A situação é alarmante. O Estado do Rio de Janeiro já registra 25 mortes causadas pela dengue. Acre, Amazonas, Pará, Maranhão, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Goiás também tiveram óbitos confirmados.
A Secretaria de Vigilância em Saúde recebeu 2.365 notificações de suspeitas de casos graves de dengue em todo o país. A maior parte foi registrada no Sudeste, que somou 1.126 notificações (47,6% do total): a maioria no Rio de Janeiro (762), que, nos três primeiros meses de 2011, já possui o número de casos de dengue maior do que o total dos anos passado e retrasado somados.
O Aedes aegypti
O ciclo de transmissão começa quando a fêmea (só ela transmite a doença) o mosquito pica uma pessoa infectada. O vírus multiplica-se e chega nas glândulas salivares. Uma vez infectado, o mosquito vira vetor permanente da doença, retransmitindo o vírus em cada picada.
Proveniente da África, o mosquito, com pequenos riscos brancos, é melhor adaptado às regiões tropicais e subtropicais. Por isso é tão difícil combatê-lo no Brasil. "O que atrai o Aedes para o lugar onde ele irá colocar seus ovos é a umidade. O verão, com suas temperaturas altas e muitas chuvas, faz com que aumente a incidência do mosquito.", explica o entomólogo da Fiocruz Anthony Érico Guimarães.
A melhor forma de prevenção é evitar que ele se reproduza, combatendo os focos das larvas em locais de água parada. "Existem basicamente três tipos de controle. O controle físico, que consiste na eliminação dos criadouros - de longe, o mais recomendado. O controle biológico, feito por microorganismos capazes de matar as larvas. E também o controle químico, que é o uso de inseticidas contras as larvas ou os mosquitos adultos.", enumera a bióloga Denise Valle, também da equipe de pesquisadores da Fiocruz.
Fonte: MSN

sábado

Crescimento do agronegócio revela a necessidade de ações de vigilância de efeitos nocivos dos agrotóxicos.


Os efeitos dos agrotóxicos para a saúde humana podem ser divididos em dois grupos: agudos e crônicos. Os primeiros ocorrem quando os indivíduos, em geral trabalhadores, se expõem a uma concentração alta de agrotóxicos em um curto espaço de tempo.
O Brasil é hoje o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Desde 2006, o país só ficava atrás dos Estados Unidos. Em 2008, foi alçado ao primeiro lugar do ranking, após uma safra recorde de soja, milho e algodão. Esse mercado de alimentos movimenta aproximadamente US$ 7 bilhões por ano e representa algo em torno de 42% a 45% de todas as exportações nacionais, segundo estimativas de pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz). Não surpreende, portanto, que exista uma tendência ao aumento do uso de substâncias químicas no meio rural – mais de 1 bilhão de litros de agrotóxicos foram jogados nas lavouras em 2009. Esse cenário requer vigilância e controle, pois os agrotóxicos têm sido associados a prejuízos para a saúde humana e ambiental. Em outras palavras, a importância que o agronegócio adquiriu na economia e nas finanças do Brasil funciona também como um alerta para as instituições de saúde sobre as consequências e riscos da exposição aos agrotóxicos.
Entre as instituições que trabalham para detectar e combater esses riscos, destaca-se o Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/Ensp), que desenvolve trabalhos para avaliar a exposição ocupacional e ambiental aos agrotóxicos e os diferentes aspectos da contaminação por essas substâncias. Segundo o pesquisador Wanderlei Antônio Pignati, doutor em saúde pública pela Ensp e professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), os impactos são negativos para o trabalhador, que aplica diretamente os produtos químicos; para sua família, que mora dentro das plantações, na periferia da cidade; e também para o ambiente, por causa da contaminação das águas dos rios e daquelas armazenadas em poços artesianos.
Os efeitos para a saúde humana podem ser divididos em dois grupos: agudos e crônicos. Os primeiros ocorrem quando os indivíduos, em geral trabalhadores, se expõem a uma concentração alta de agrotóxicos em um curto espaço de tempo. As consequências mais comuns são distúrbios nervosos e estomacais, tonteiras, desmaios, dores de cabeça, enjoos e, em alguns casos, ataques cardíacos e falências pulmonares.
Por outro lado, existem os efeitos crônicos, decorrentes de doses mais baixas do agente químico, mas por um longo período de tempo. Não há um episódio de intoxicação tão grave, porém a substância vai se acumulando no organismo do indivíduo e seus efeitos podem ser sentidos em cinco, dez, quinze ou mesmo trinta anos após a exposição. Nesses casos, os sintomas mais comuns são os cânceres e as disfunções endócrinas – muitas vezes não diretamente relacionados à exposição aos agrotóxicos, mas sim ao consumo de produtos contaminados. “Essa contaminação de populações não diretamente expostas ocorre principalmente pela alimentação. Atualmente, dois tipos de organoclorados ainda têm o uso permitido em lavouras, o endossulfan e o dicofol. Neste ano, no entanto, a Anvisa colocou em consulta pública a retirada do endossulfan”, afirma a pesquisadora do Cesteh Paula Sarcinelli.


Entre os vários estudos realizados pelo Cesteh sobre o assunto, destaca-se uma pesquisa segundo a qual mulheres que trabalhavam na agricultura apresentavam risco estatisticamente maior de gerar filhos com peso abaixo do normal. Esse trabalho analisou os prontuários médicos de uma localidade agrícola no interior do Estado do Rio de Janeiro. Outras pesquisas mais recentes abordam a legislação nacional de água para consumo humano e as formas de contaminação dos agrotóxicos. “Falamos de substâncias lipossolúveis, altamente persistentes no organismo e no ambiente, e a exposição tem sido associada, em diversos estudos, à diminuição do desempenho reprodutivo e ao comprometimento do sistema imunológico, além de problemas endócrinos e câncer”, diz Paula. “Esses compostos ficam armazenados no tecido adiposo e são transferidos para o bebê durante a amamentação”, acrescenta.
FONTE: Portal do Ecodebate

Manhã de Chuva no Apodi.

Hoje (9) pela manhã finalmente a Chuva Voltou a cair no Município de Apodi. As chuvas tem caído de Forma Irregular o que tem deixado o Agricultor (a) preocupados com a situação de suas lavouras, pois estamos Chegando no período mais delicado da planta que é quanto ela esta "carregando" onde a mesma não pode passar por um longo tempo de estiagem. Esperamos que as chuvas voltem e se tornem mais contínuas para ue não venha a ocorrer maiores prejuízos aos trabalhadores (as) rurais.
Por: Agnaldo Fernndes
    

sexta-feira

AUDIÊNCIA PÚBLICA: Revisão do Código Florestal Brasileiro.

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CONVITE: Lançamento de Livro em Apodi.


Gostaria de convidá- los (as) para o Lançamento do Livro Extensão Universitária, Juventude e Formação: Experiência e Prática educativa em espaços não escolares, no dia 09 de abril de 2011, na sala de reuniões da POUSADA APODI (Pousada de Humberto), a partir das 13h30min. O Lançamento ocorrerá durante a programação do debate sobre Reforma Política, com a Deputada Federal Fátima Bezerra, promovido pelo Diretório Municipal do   Partido dos Trabalhadores de Apodi, o qual, também, estendo o convite para participar.
 
Atenciosamente,
Simone Cabral
 
Sinopse do Livro:
 
Trata-se de relatos de experiências sobre o processo de formação política da juventude a partir da realização, no período de julho de 2007 a fevereiro de 2009, do Projeto de Extensão Escola de Formação Política e Cidadã para Jovens nos municípios de Apodi, Caraúbas e Campo Grande, sob execução da Pró-Reitoria de Extensão, da UERN, em parceria com o Projeto Dom Hélder Câmara. Por meio de várias perspectivas que, ao mesmo tempo, articulam-se e se diferenciam, professores, militantes sociais e alunos participantes do Projeto trazem para esse livro, através da heterogeneidade da escrita , suas experiências da situação dialogada e vivenciada no desenvolvimento desse projeto extensionista.
 
Autores (as) do livro:
 
Viínicius Claudino de Sá (ORG.)
Simone Cabral Marinho dos Santos (ORGª)
Ana Maria Morais Costa
Marcos Roberto Fernandes Gurgel
Francisco Caramuru de O. M. Paiva e Azevedo
Francisco Clebson Rodrigues de Lima
Antonia Gilvana Mota Souza
Debora Rute de Paiva Mota
Miriam Leia da Mota
Elielma de Sousa Pereira
E-mail Enviado por: Simone Cabral Marinho dos Santos 

CONHEÇA A AGRICULTURA FAMILIAR NO INTERIOR DO PARANÁ

Cerca de 60% dos alimentos consumidos pela população brasileira são produzidos por agricultores familiares. Eles utilizam pequenas propriedades para desenvolver a produção. É pouca a tecnologia mas o trabalho exige dobro de cuidado e dedicação.
A reportagem de Adriane Kappes, acadêmica de Jornalismo da Faculdade Assis Gurgacz, mostra uma propriedade do interior de Quatro Pontes, Oeste do Paraná, que é considerada modelo para a Agricultura Familiar.

Link da matéria:

Matéria Enviada por: Adriane Cintia Kappes 
Assessora de Imprensa Prefeitura Municipal de Quatro Pontes

LUTO



Veja lista das vítimas
Karine tragédia Realengo (Foto: G1)
2- Rafael Pereira da Silva, 14 anos
3- Milena dos Santos Nascimento, 14 anos
Mariana tragédia realengo (Foto: Reprodução)
4- Mariana Rocha de Souza, 12 anos
Larissa dos Santos Atanázio Tragédia Realengo (Foto: G1)
5- Larissa dos Santos Atanázio, (aguardando documento)
6- Bianca Rocha Tavares, 13 anos
7- Luiza Paula da Silveira, 14 anos
8- Laryssa Silva Martins, 13 anos
9- Géssica Guedes Pereira (aguardando documento)
10- Samira Pires Ribeiro, 13 anos
11- menina não identificada - aguardando identificação de familiares
12 - menino não identificado - aguardando identificação de familiares























































Fonte:G1.