Avisamos a todos (as) que fizeram documentos no Multirão realizado pelo MDA que os mesmos já se encontram na sede do STTR de Apodi. Pedimos aos titulares dos documentos que se façam presente no Sindicato para efetuarem o recebimento da Documentação.
terça-feira
Agrotóxicos aumentam índice de câncer no meio rural
Por Vanessa Ramos
Da Página do MST
O modelo de produção agrícola e o comportamento alimentar social podem ser responsáveis pelos problemas de saúde enfrentados hoje pela população brasileira.
Regina Miranda, presidente do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do Rio Grande do Sul, alerta que "geração atual é a primeira em que os filhos não vão viver mais do que os próprios pais".
Isso vai acontecer porque, ao longo do tempo, o homem permitiu que os hábitos alimentares fossem moldados pelo interesse do capital. O primeiro passo foi a Revolução Verde e, agora, com uma produção agrícola viciada em produtos nocivos à saúde. O resultado disso é, principalmente, um índice crescente de pessoas doentes.
Segundo Regina, a relação social com o alimento era baseada "na busca pela excelência". Em outras palavras, o homem tinha preocupação de consumir alimentos nutritivos e de boa qualidade.
No entanto, no processo de industrialização, o sistema capitalista padronizou os hábitos alimentares. “Nós nos tornamos seres ociosos e consumidores de alimentos pouco nutritivos. Ou seja, a relação alimentar do homem tornou-se mórbida”, afirmou Regina.
“Essas escolhas sociais de alimentação impactam diretamente o modelo de produção vigente, a qualidade do alimento, a maneira de como o indivíduo vai se alimentar e, por fim, o próprio corpo, pois o corpo é desenhado a partir das nossas escolhas”, concluiu Regina.
Câncer
Não é a toa que, entre 2000 e 2006, os agricultores tiveram uma maior incidência proporcional de câncer do que a população urbana, mostrou Raquel Maria Rigotto, integrante do Núcleo Tramas, da Universidade Federal do Ceará. “A leucemia é o principal câncer associado ao uso de agrotóxico”, afirmou.
Os agrotóxicos podem causar intoxicação aguda – aquelas em que se pode perceber imediatamente após o contato com o produto químico – ou doenças crônicas, que aparecem semanas e meses depois.
Os agrotóxicos podem causar, entre as doenças crônicas,dermatite, câncer, desregulamentação endócrina, neurotoxidade retardada, efeitos sobre o sistema imunológico, doença do fígado, má formação fetal e aborto.
Apesar disso, há uma grande barreira para associar o agrotóxico como causa dessas enfermidades. “Quando a gente vai discutir com as indústrias que os agrotóxicos são responsáveis pelas doenças, elas dizem que não há problema algum com os produtos químicos. O que dificulta a comprovação de que os agentes químicos são os causadores das doenças crônicas”, desabafou a pesquisadora da área de estatística e saúde publica da Fiocruz, Rosany Bochner.
Para avançar na construção de um banco de dados com informações sobre as intoxicações, Rosany ainda fez um apelo de que “é muito importante que as pessoas nos informem sobre os casos de doenças crônicas causadas pelo contato com agrotóxicos”.
A Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica, sob coordenação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Fiocruz, possui um disque intoxicação (0800 722 6001), por onde a população pode informar os centros sobre os casos de contaminação por agrotóxicos.
Para os estudiosos, é necessário que se criem políticas públicas que viabilizem uma produção agrícola sem o uso de agrotóxicos. “O problema do agrotóxico não é mais só do agricultor, mas também do consumidor”, afirmou Rosany.
O país é o maior consumidor de agrotóxico do mundo. Cerca de 451 produtos químicos estão registrados hoje no Brasil. Mais de 1090 produtos químicos são comercializados em território nacional e o governo brasileiro ainda faz redução fiscal para o uso de agrotóxico.
O integrante da coordenação nacional do MST João Pedro Stedile apresentou preocupação com a falta de estudos sobre os impactos dos agrotóxicos no meio ambiente nas áreas tropicais, uma vez que as indústrias de agrotóxicos fizeram testes somente em solos de clima temperado.
Agrotóxicos, motor do agronegócio e do latifúndio
Do Correio da Cidadania.
Uma das grandes ameaças da atualidade à saúde do povo brasileiro, os agrotóxicos foram tema de seminário na Escola Nacional Florestan Fernandes, localizada em Guararema, interior de São Paulo, e inaugurada em 2006, a partir de esforços empreendidos pelos movimentos populares do campo.
Com a participação de profissionais da ANVISA e professores de universidades federais, o encontro serviu de alerta para um retrato praticamente invisível de nossa agricultura.
"Antes de tudo, devemos colocar as coisas no devido lugar. A definição correta para os produtos que se têm utilizado na agricultura é agroveneno. Nada de ‘defensivo agrícola’ ou mesmo ‘agrotóxico’ como estamos acostumados, pois nem sempre dão a idéia exata do que significam", introduziu Frei Sergio, liderança do Movimento dos Pequenos Agricultores.
"Temos de reconhecer que o marketing desse setor é muito bom. Do início de sua expansão, quiseram chamá-lo de ‘agrobusiness’, o que não pegou, por um estranho resquício de nacionalismo nosso. Agora é a mesma coisa em relação a esses venenos", completou.
Numa detalhada análise de conjuntura, os convidados do seminário trataram de todos os pontos da cadeia que envolve este proeminente setor da economia nacional, não somente em sua produção e comercialização, como também acerca dos tipos de atores que comandam de forma hegemônica o agronegócio – que no Brasil significou a progressiva decadência da agricultura familiar, cujos resultados podem ser verificados também nas cidades, com suas apinhadas e precárias periferias.
Frei Sergio apontou que tal processo "é a modernização do latifúndio, que tornou letra morta, definitivamente, o Estatuto da Terra. O Brasil é hoje em dia a maior reserva agrícola e ambiental do planeta, portanto, as empresas vão se interessar em vir aqui".
"Essas empresas investem pesado em lobbies, participam abertamente da definição de marcos regulatórios do setor, interferindo até nas próprias agências reguladoras, que por sinal estão uma vergonha", analisou o engenheiro agrônomo Horácio Martins, discorrendo a respeito da atuação das transnacionais, que já tomaram conta do mercado brasileiro, em poderosa aliança com os grandes grupos nacionais, não somente do campo.
Desse modo, como se explicou, a dinâmica da luta pela reforma agrária, tomando-se como referência a época da Lei de Terras de 1850, ainda do Império, foi alterada, pois os trabalhadores do campo agora têm de se defrontar com uma poderosa associação entre os grandes latifundiários e o capital industrial e financeiro sediado nas principais metrópoles do planeta.
Aliança esmagadora
"Antes, interessava à indústria uma reforma agrária, até pelo fato de que assim seria possível vender mais materiais necessários à agricultura, e que ela fabricava. Mas hoje em dia o próprio Bradesco e a indústria possuem grandes extensões de terras, e entram no negócio da agricultura exportadora da mais alta produtividade, que só pode ser alcançada de acordo com suas ambições através do uso de pesticidas, herbicidas, fertilizantes etc.", esclareceu Frei Sergio.
Para uma inteira compreensão do processo que esmaga os pequenos camponeses e suas cooperativas, expulsando milhões deles para as cidades, é preciso ligar todos os participantes que fecham o círculo em torno de uma agricultura apontada como pródiga para a pauta exportadora brasileira, considerada responsável por resultados positivos em nossa balança comercial, fruto que seria colhido por toda a ‘ascendente’ sociedade do país.
Como fica claro através das opiniões de diversos e renomados especialistas do setor, não se revela o verdadeiro custo de tal ‘desenvolvimento’, desprovido de qualquer justiça social e econômica, além de atentatório à saúde de todos os consumidores brasileiros. É evidente que tamanha omissão conta com a colaboração da grande mídia, que brilhou pela ausência no encontro. Não surpreendeu a presença exclusiva de veículos do que se convencionou ‘mídia alternativa’.
"As cooperativas são controladas por grandes monopólios, vários internacionais, que mantêm as rédeas sobre toda a cadeia produtiva. Esse bloco formado por latifúndio, indústria e capital financeiro controla tudo: sementes, insumos, venenos e o mercado", prosseguiu o Frei, "o que acaba numa mecanização pesada da agricultura, que tem sido crescente", completou, oferecendo a explicação-chave para desmistificar o argumento de que o agronegócio gera empregos como nunca dantes em nosso campo.
Um perigo que pode se tornar irreversível
Nefasta conseqüência de todo o processo, e tema central do encontro, o envenenamento de nossos solos, águas e ares foi incessantemente denunciado nos três dias de seminários, com a exibição de diversas informações dando conta do comprometimento de nosso país com um caminho que pode revelar-se um desastre social nos próximos anos, arruinando a saúde de uma quantidade ainda imprevisível de brasileiros.
Evidentemente, os acontecimentos que levaram nossa agricultura a tal estágio de envenenamento não ocorreram sem que ninguém se desse conta e sem que atitudes radicais tivessem que ser tomadas, inclusive sobre as leis do país. "Por conta de seu poder e capacidade de lobby, diversas leis foram alteradas ou criadas, como a Lei de Cultivares (9456/07) e a concessão de patentes (Lei 9279/97), que reforçaram o acorrentamento aos grandes grupos econômicos de nossa produção agrícola", pontuou Martins.
"Pelo interesse na alta produtividade, o país passou a permitir os monocultivos, cada qual em determinada região. Assim, os pequenos agricultores do entorno são obrigados a seguir o modelo, sob risco de irem à miséria. E não preciso ver só em livros, pois confiro pessoalmente que tal modelo só funciona à base de muito veneno, de modo a minimizar ao maior extremo as perdas tradicionais a toda colheita. Assim, os próprios agricultores já não acreditam que sejam possíveis cultivos sem veneno, por medo de quebrar", disse Frei Sergio.
"O Brasil já é o maior plantador de soja transgênica (geneticamente modificada, o que aumenta a produtividade e baixa o custo) do mundo. E até 2012 os embriões modificados de verduras, legumes e frutas devem igualar-se à soja no Brasil, tendo apenas variedades regionais, que também serão produzidas com participação de produtos químicos", denunciou Horacio Martins.
"As empresas investem cada vez mais na criação de Organismos Geneticamente Modificados (OGMs), parte de sua macroestratégia no setor, que inclui a venda de pesticidas para seus cuidados. Basta ver que foram 103,9 bilhões de litros de venenos utilizados no país no ano passado, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Química", completou o engenheiro do campo.
Como se vê, o país se vê algemado a um modelo de produção que alimenta toda a população (ou quase toda), cujas conseqüências são evidentemente alarmantes. Os trabalhadores do campo vão à ruína, as metrópoles se entopem além de suas capacidades, a violência no campo e a concentração de terras recrudescem e a saúde de qualquer consumidor é exposta a gravíssimas enfermidades, tudo em nome do lucro de basicamente a mesma casta de 20 mil famílias que suga metade da renda nacional.
"Entre os vários absurdos da transgenia, o maior é o patenteamento de seres vivos, algo inédito na humanidade", assinalou o Frei. "‘Melhoramento’ genético, multiplicação de sementes, selecionadas para a colheita mecânica, e obrigatoriedade quase total de venda casada de sementes e agrotóxicos são o que resumem nosso quadro", ressaltou.
"As plantas deixam de ser espécies para se tornarem unidades de produção de moléculas, o que terminará num futuro controle sobre a própria saúde. A produção de moléculas requer muitos cientistas, para que se chegue a novos princípios ativos, o que não se consegue sem grandes investimentos. Para se ter uma idéia, o custo de uma nova molécula que possa ser transformada num novo agrotóxico é de cerca de 200 milhões de reais", conta Horacio.
Como não é difícil concluir, investimentos tão pesados não podem ser realizados por qualquer um, ficando a cargo de um seleto oligopólio, que, como exposto, controla toda a cadeia produtiva de nossas ‘commodities’. "O mercado de produção de moléculas está restrito a seis grandes empresas. E só a Monsanto já detém sozinha 25% do mercado de hortaliças, além de ser dona de quase tudo na esfera das sementes", revela.
Como o leitor poderá ver em novas matérias sobre os agrotóxicos e sua incidência em nossa vida, "já há cidades com epidemias de câncer", de acordo com as palavras de Frei Sergio, o que só tornará mais agudos os conflitos entre grandes empresas, nacionais e estrangeiras, e os movimentos populares que defendem a priorização da agricultura tradicional e familiar e a preservação do meio ambiente, cada vez mais deteriorado nos principais pólos produtores do Brasil.
Fonte: Site do MST
segunda-feira
Esclarecimentos sobre o Limite da Terra
O Plebiscito Popular que ocorreu entre os dias 01 a 07 de Setembro em todo o território brasileiro, questionava o limite da propriedade privada e a produtividade da terra. O princi´pal objetivo do Plebiscito Popular é precisar os Parlamentares para elaborarem uma lei que Limite a propriedade privada a possuir no máximo 35 módulos de terras, onde esses 35 módulos de terras variam de região para região do nosso país. Aqui em nosso município isso corresponde a 1900 hectares de terras, o que praticamente ninguém possuí uma propriedade deste tamanho no nosso município. Porém é importante a nossa participação nesse plebiscito, pois nós não podemos ficar a parte de uma discussão tão importante como essa.
sexta-feira
STTR apura 899 votos para o Plebiscito Popular a Favor do Limite da Terra
O resultado com o total de votos apurados pelo STTR de Apodi para o plebiscito popular Pelo Limite da Propriedade da Terra foi divulgado Segunda Feira dia, 14/09, à tarde, onde foram realizada as apurações do auditório do STTR apresentando um número total de votantes de 899 pessoas. Apresentado resultados satisátórios. Veja:
PERGUNTA 1 - Você concorda que as grandes propriedades de terra no Brasil devem ter um limite máximo de tamanho?
SIM - 98,33%
NÃO - 0,78%
BRANCOS - 0,56%
NULOS - 0,33%
TOTAL DE VOTOS - 899 Votos
PERGUNTA 2 - Você concorda que o limite das grandes propriedades de terra no Brasil possibilita aumentar a produção de alimentos saudáveis e melhorar as condições de vida no campo e na cidade?
SIM - 97,66%
NÃO - 1,33%
BRANCOS - 0,67%
NULOS - 0,33%
TOTAL DE VOTOS - 899 Votos
O STTR de Apodi agradece a todos (as) que colaboraram para a execução desse trabalho e dos resultados.
Eu também concordo com a troca. E você? TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES
Uma frase que deve ser pensada, pois reflete uma verdade triste em nosso País.
A Colocação do Brasil
"No futebol, o brasil ficou entre os 8 melhores do mundo e todos estão tristes. Na educação é o 85º e ninguém reclama..."
EU APOIO ESTA TROCA:
TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES
O salário de 344 professores que ensinam = ao de 1 parlamentar brasileiro.
Essa é uma campanha importante!
Repasso com solidária revolta!
Prezado amigo!
Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$650,00.
Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar? Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro!
Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano... São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545.
Na Itália, são gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha Argentina R$1,3 milhões.
Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior !
Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema será:
'TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES'.
COMO VOCE VAI VOTAR DEPOIS DE LER ESTA MATÉRIA?
Enviada por: Lucicleide Gaspar - Alto do Rodrigues/RN
Em Breve Apresentação de Pesquisa Referente ao Nível de Poluição da Água e Solo da Chapada de Apodi
No proxímo dia 28de Setembro 2010 uma Professora da Universidade Federal do Ceará fará apresentação da amostra da Pesquisa realizada na Chapada do Apodi/RN sobre o índice de poluição da água e do solo da referida região estudada. É importante que todos Agricultores (as) e Pequenos Proprietários de todo o município participem no sentido de buscarem entender os malefícios que o Agronegócio traz para o campo brasileiro.
A apresentação da Amostra de Poluição do Solo e da Água da Chapada do Apodi será realizada no Auditório do STTR de Apodi, apartir das 09h00min. do dia 28 deste mês.
Grupo de artesãs de Apodi são exemplo de auto-organização e autonomia econômica
O grupo de mulheres artesãs Arte em Palha foi criado no dia 15 de outubro de 2002, tendo como missão desenvolver o artesanato local, com autonomia, de forma justa e solidária, proporcionando o desenvolvimento sustentável.
Atualmente, o grupo é formado por nove mulheres agricultoras da comunidade Trapia II, localizada no município de Apodi/RN, que trabalham e desenvolvem o artesanato em palha de carnaúba, planta típica da região.
PRINCÍPIOS
O grupo segue os princípios da economia solidária, baseados na união, no respeito, na solidariedade, no compromisso, buscando com isso desenvolver e preservar a cultura e o conhecimento da arte de se trabalhar com a palha, seja através da confecção dos produtos artesanais ou da organização do grupo.
AUTO-ORGANIZAÇÃO
O Arte em Palha apresenta um potencial que é ressaltado pela união e a organização, tanto no controle da produção como na participação das componentes em feiras, eventos, seminários, intercâmbios e capacitações.
Entre os produtos elaborados pelo grupo estão cestas, bolsas, baú, carteiras, pastas para eventos, chapéus, porta lápis, porta gelo, frasqueiras, bandejas, jarras, vassouras.
DIFICULDADES
Com relação à produção e comercialização, verifica-se uma limitação na aquisição dos insumos e matéria prima, bem como uma baixa comercialização. Isso é reflexo da dificuldade de comercialização do artesanato, recursos limitados e falta de uma política sistemática de apoio aos diferentes grupos que desenvolvem o artesanato.
É importante salientar que o artesanato envolve várias atividades que vão além da própria produção, ou seja, é uma atividade que fortalece e resgata a cultura local, valoriza o trabalho das mulheres, garantindo a presença em espaços de articulação, construção política e comercialização, como a Rede Xiquexique, a Marcha Mundial das Mulheres, o Centro Feminista 8 de Março, a Feira da Agricultura Familiar de Apodi, Casa de Cultura de Apodi e outros eventos.
Contato do Grupo: (084) 91830743/ (084) 91377940.
quinta-feira
Tema da Semana
| Gilvana Mota (coordenadora da comissão de jovens do STTR/Apodi) |
Com a seguinte programação:
Tema: Juventude e Motivação
08:30 hs- Dinâmica de abertura
09:00 hs- Questionário sobre o tema
09:30 hs- Apresentação e discussão de Video
10:00 hs- Lanche
10:30 hs- Participação do CF8
11:00 hs- Avaliação
11:30 hs- encerramento
Ainda tivemos a participação por telefone da advogada Poliana, falando sobre as percas salariais dos agricultores de Apodi, onde esteve marcando uma reunião para o próximo sábado dia 18, as 09:00 hs com seus clientes no auditório do STTR.
Agenda da semana
* Amanhã quinta-feira (16) e sexta(17), haverá Encontro do manejo da caatinga em St do Góis e ainda discussão sobre sementes Nativas, será no período da tarde.
* E também amanhã haverá reunião da feira da agricultura familiar de Apodi as 09:00 hs.
* Ainda sexta(17) visita do STTR e da paróquia de Apodi, as áreas que serão atingidas pelo projeto de irrigação da chapada.
* Domingo dia 19 haverá reunião em Baixa Verde IV as 13:00 hs.
* Segunda dia 20, haverá reunião em Juazeiro I com as mulheres as 13:00 hs.
Também segunda (20), reunião do grupo de jovens em Nova descoberta as 08:00 hs.
* Próxima quarta (22) haverá reunião da FETRAF em Viçosa, em Aurora da Serra as 13:30 hs com a comissão de mulheres do STTR e ainda reunião com os jovens no PA milagre as 08:00 hs.
* E também amanhã haverá reunião da feira da agricultura familiar de Apodi as 09:00 hs.
* Ainda sexta(17) visita do STTR e da paróquia de Apodi, as áreas que serão atingidas pelo projeto de irrigação da chapada.
* Domingo dia 19 haverá reunião em Baixa Verde IV as 13:00 hs.
* Segunda dia 20, haverá reunião em Juazeiro I com as mulheres as 13:00 hs.
Também segunda (20), reunião do grupo de jovens em Nova descoberta as 08:00 hs.
* Próxima quarta (22) haverá reunião da FETRAF em Viçosa, em Aurora da Serra as 13:30 hs com a comissão de mulheres do STTR e ainda reunião com os jovens no PA milagre as 08:00 hs.
Noticias da Semana
1ª Noticia
Pela manhã de quarta (08), aconteceu a reunião do Fórum da Agricultura Familiar, que teve como pauta, as proposta de encaminhamentos do projeto de irrigação da chapada para reunião da tarde; informações sobre o PNAI e P1MC; e a escolha das 4 comunidades que receberão e assistência técnica e acompanhamento pela TERRA VIVA ficando as seguintes comunidades: Lagoa Rasa, Trapiá, Caboclo e Carpina.
2ª Noticia
No sábado (11), aconteceu a reunião da Comissão de mulheres que teve como pauta: Informações sobre o projeto Brasil local, contou com o agente de desenvolvimento (Edjarles), que esteve falando sobre GT( Grupo de Trabalho) e sobre os três grupos que ele irá acompanhar, ficando encaminhado para discutir na reunião dos grupos produtivos, e foi discutido sobre o Encontro das Trabalhadoras Rurais que acontecerá nos dias 14,15 e 16 de outubro.
3ª Notícia
Depois de muitas lutas e desafios, finalmente o assentamento de crédito fundiário Baixa Verde 4 esta em festa, pois desde o mês de agosto a comunidade esta tendo água, finalmente o poço foi concluído através do governo do estado, pela Secretaria de Recursos Hídricos. A comunidade só tem a agradecer pelo apoio que receberam para a chegada deste benefício. Nós do STTR ficamos Felizes pela conquista.
4ª Notícia
Durante toda esta semana o STTR esteve na Zona Rural participando junto as comunidades do plebscito popular, que teve apuração das urnas nesta segunda feira como o numero de aproximadamente 900 votantes, no município de Apodi teve o seguinte resultado:
Comunidades: Sororoca; Água Fria; Lagoa Rasa e Santa Rosa-164 votos
P.A Moacir Lucena, Milagre, Aurora da Serra, Portal da Chapada, Melancias e Nova Descoberta- 189 Votos.
P.A Caiçara, Paulo Canapun, Sítio do Góis e Tabuleiro Grande- 175 Votos.
Sitio Santa Cruz e Agrovila Palmares- 45 Votos.
Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Apodi- 195 Votos.
Sitio Baixa Fechada I e II, Sítio Bamburral, Sitio Juazeiro I e II e Sitio Estreito- 131 Votos.
Total de todas Urnas: 899 Votos.
5ª Notícia
No dia 05 de setembro na comunidade de Santa Cruz II aconteceu a reunião dos sócios desta feita foi discutido como pauta a reforma do centro comunitário pelo p projeto do PDS, outro ponto foi a votação do plebiscito pelo limite da terra, onde todos presentes votaram a favor do limite no tamanho das terras.
6ª Notícia
O grupo de jovem Cristo Caminha Conosco da comunidade de água Fria realizou uma festa neste domingo 12 de setembro em prol da reforma do centro comunitário, o sindicato contribuiu pára a realização deste evento pois acredita no bem estar das famílias do campo.
terça-feira
Mobilização de Agricultores da Chapada vira materia no Jornal De Fato
Agricultores querem suspensão do Distrito
Na tarde desta quarta-feira, 8, aconteceu no auditório do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Apodi, uma reunião com representantes do DNOCS, MDA, STTR e Fórum das Associações, tendo como pauta o projeto de irrigação da Chapada do Apodi. A reunião foi concluída com os moradores pedindo, ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), a suspensão imediata da implantação do Distrito Irrigado na Chapada do Apodi e a devolução das terras já desapropriadas.
Dnocs se mostra irredutível na proposta
Na tarde desta quarta-feira, 8, aconteceu no auditório do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Apodi, uma reunião com representantes do DNOCS, MDA, STTR e Fórum das Associações, tendo como pauta o projeto de irrigação da Chapada do Apodi. A reunião foi concluída com os moradores pedindo, ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), a suspensão imediata da implantação do Distrito Irrigado na Chapada do Apodi e a devolução das terras já desapropriadas.
Na reunião, o engenheiro José Augusto Guerra, representante do Dnocs, fez uma explanação do projeto. Apontou o projeto de irrigação de Tabuleiro do Norte e em Russas como modelo, como forma de convencer os agricultores da região de mais de 10 mil hectares a se convencer de que o distrito irrigado não vai trazer prejuízo e sim benefício à região.
Só que os agricultores da região da Chapada de Apodi conhecem os distritos irrigados de Taboleiro do Norte, Limoeiro e Russas e, segundo eles, lá o negócio não é bem como o Dnocs está pregando. Existe uma verdadeira guerra na Chapada de Apodi no lado do Ceará dos moradores da região contra os grandes empresários que estão poluindo a água de consumo humano, além de está destruindo a identidade cultural dos moradores da região.
Segundo os representantes dos moradores da Chapada do Apodi, existe uma necessidade de que o órgão responsável pela execução do projeto (Dnocs) veja, analise onde estão as pessoas, onde elas residem, tanto dos Assentamentos assistidos pela Instituto Nacional de Obras Contra as Secas (INCRA) como pelo Crédito Fundiário para que não seja ninguém prejudicado e sim beneficiado com o projeto do Distrito Irrigado na Chapada, mas não é bem o que os moradores estão interessados.
Os moradores disseram que é preciso debater melhor a implantação do projeto e não chegar lá e ir logo empurrando de goela abaixo sem uma explicação mais apurada, sobre o que será feito e como. Querem explicações também sobre a viabilidade econômica e possíveis prejuízos ambientais, para evitar o que acontece atualmente no lado do Ceará. Explicam que para bombear água da Barragem de Santa Cruz para a Chapada haverá um custo de energia muito alto.
Segundo os moradores explicaram aos servidores do Dnocs na reunião, esse custo é o que inviabiliza o projeto na Chapada. Citaram como exemplo, o Distrito Irrigado do Baixo do Açu, no Vale do Açu. Foi um investimento de R$ 200 milhões feito no final da década de oitenta e até hoje só funciona 50% da área e assim mesmo beneficiando pessoas de outros estados, precisamente do Estado do Pernambuco e não da região. Temem que o mesmo aconteça em Apodi.
Os agricultores defendem que o Distrito Irrigado seja instalado na região do Vale, onde existe uma área enorme e que não seria necessário bombeamento para irrigar, pois seria por gravidade. Os agricultores reconhecem que na região da Chapada o solo é muito bom, mas afirmam que na região do Vale as áreas de solo também são tão boas quanto e que não correriam risco de ver um investimento de R$ 200 milhões se transformando numa área improdutiva, como no Vale do Açu.
Dnocs se mostra irredutível na proposta
Apesar das apelações do Fórum das Associações de agricultores da Chapada de Apodi, os representantes dos Dnocs se mostraram firme com a proposta. Explicaram que já foram feitos vários investimentos na elaboração de projetos, levantamento topográfico e iniciado o processo de licenciamento ambiental. Deixaram a entender que é tarde pra voltar atrás.
Inclusive, Keila, também representando o Dnocs, informou que a Agrovila dos Palmares, Imóvel Algodão e Letícia já haviam sido retiradas do projeto, que prevê irrigação com água da Barragem de Santa Cruz numa área de aproximadamente 10 mil hectares e benefício direto para mais aproximadamente 30 mil pessoas, ou seja, 80% da população de Apodi.
O diretor presidente do Dnocs, Elias Fernandes, informou há poucos meses que o projeto do Distrito Irrigado é um antigo sonho da população da região Oeste. Vem da década de noventa e que agora está encontrando no Governo Federal interesse em liberação dos recursos. Inclusive afirmou que já tem a garantir de liberação de pelo menos 50% do montante necessário.
As autoridades brasileiras anunciaram a libertação de 150 indivíduos que estavam a ser mantidos como escravos em explorações agrícolas
Por Público
As autoridades brasileiras anunciaram a libertação de 150 indivíduos que estavam a ser mantidos como escravos em explorações agrícolas nos estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais.
Os trabalhadores não estavam registados, não tinham acesso a água potável ou instalações sanitárias e não dispunham de equipamento de segurança. Eram obrigados a cumprir longos horários sem direito a pausas e estavam expostos a níveis perigosos de pesticidas. Muitos eram menores de idade.
Segundo a informação divulgada pelo Ministério do Trabalho, 95 pessoas trabalhavam em condições consideradas de escravatura numa plantação de cana de açúcar do estado do Rio de Janeiro. Em Minas Gerais, 51 pessoas foram resgatadas de uma empresa de produção de morangos, incluindo adolescentes entre os 15 e os 17 anos.
As autoridades disseram que os indivíduos vão ser indenizados e que os seus empregadores estão sujeitos ao pagamento de multas, mas não era claro se seriam também objecto de uma acusação judicial.
O governo brasileiro lançou um plano de erradicação do chamado trabalho escravo em 2002.
De acordo com João Pedro Stedile, porta-voz do Movimento Sem Terra (MST), 5266 pessoas que trabalhavam em condições desumanas foram resgatadas em 2008. Mas nas suas estimativas, o número de trabalhadores escravizados poderá ser quatro ou cinco vezes superior.
segunda-feira
Tema da Semana
| Valmir, Lili e Edilson. |
O tema da semana do programa Notícias do campo desta quarta-feira dia 08 de setembro de 2010, contou com a presença de Valmir, representante do MDA, falando sobre as políticas públicas para o homem do campo desenvolvidas pelo MDA- Ministério do Desenvolovimento Agrário. trazendo informações das tais como as ações, algumas delas como A valorização de Gêneros, a Reforma Agrária, Organização Rural, o PRONAF que antes era voltado somente pra as regiões Sul e Sudeste e com apoio do MDA veio para o Nordeste, o seguro Safra, a ATER- Assistência Técnica e Extensão Rural e a campanha de documentação. Todas essas ações o MDA vem trazendo e aproximando cada vez mais do nosso munícípio.
Ainda esteve participando Edilson Neto, convidando aos agricultores para a reunião sobre o projeto de Irrigação da Chamada que acontecia na mesma dta as 14:00 no auditório do STTR de Apodi.
Noticias da Semana
1ª Notícia
Na ultima quarta-feira, aconteceu uma reunião do Comitê Gestor da Educação, objetivando como deve ser trabalhado o P.P. Alfa. Foi discutido orçamento, metodologia e a alimentação, onde uma das exigências é que devem ser produtos da agricultura familiar, ou seja, alimentos saudáveis, para garantir a qualidade de vida dos nossos estudantes que fazem parte a rede de educação dos jovens e adultos.
2ª Noticia
Na sexta aconteceu a reunião da associação da rede do algodão agroecológico, tendo como objetivo discutir o andamento e dificuldades dos produtores do algodão. Na ocasião esteve presentes os municípios de Umarizal, Baraúna, Pau dos Ferros, Alexandria e Apodi, além de agricultores e representantes da Emater. No momento ficou encaminhado que o governo deve negociar as sementes do estoque e subsidiar projetos de irrigação em area coletiva, visto que uma das dificuldades, é o custo da produção. Mesmo diante da dificuldades, os agricultores garantem que a cultura do algodão gera renda e que a mesma não deve acabar, ainda falaram de algumas conquistas como a mini usina de derivados na região de Baraúna e a assinatura do contrato do algodão com a França da rede algodão Nordeste.
3ª Notícia
Na ultima sexta-feira, aconteceu uma reunião com o grupo de sementes nativas para discutir sobre um projeto para o grupo.
4ª Notícia
Durante toda essa semana, a equipe do STTR, esteve mobilizando as comunidades rurais para a votação do plebiscito popular que esteve acontecendo de 1º a 7 de setembro e tem como objetivo estabelecer o limite da terra. Para isso é necessário a participação popular para que a lei seja aprovada.
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