terça-feira

A agenda do agronegócio e o Código Florestal

Imagem retirada da Internet

O debate sobre o Código Florestal vai além, muito além, da fita métrica que os ruralistas estão usando para acabar com a reserva legal nas propriedades rurais e encolher as faixas de proteção de nossos rios e encostas. Por detrás de toda a discussão, existe uma agenda do setor, liderado pelo grande agronegócio e os representantes de seus interesses no Congresso, para eliminar os limites sociais e ambientais fixados para o uso da terra. Depois do Código, estão na alça de mira os benefícios da agricultura familiar, a liberação do uso de agrotóxicos e a flexibilização do Código de Defesa do Consumidor.
Fonte: Site da CPT NE

Agrotóxicos e Usinas de cana-de-açúcar condenam trabalhadores à morte na zona da mata de PE.

Desde 2008, o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. De acordo com o último Censo agropecuário, realizado em 2006, cerca de 80% dos grandes proprietários rurais usam veneno em suas plantações. Só em 2009, foram mais de 1 bilhão de litros de agrotóxicos utilizados nas lavouras do Brasil. É como se cada brasileiro consumisse em média cinco litros de veneno por ano. As consequências são desastrosas para o povo do campo e da cidade, mas são ainda piores para aqueles que trabalham diretamente na aplicação dos agrotóxicos. Nesta reportagem, a CPT mostra a perversa situação da utilização de agrotóxicos pelas Usinas de cana-de-açúcar do Estado e constata que, nos canaviais, o modelo do agronegócio condena os trabalhadores à morte.
O distrito de Upatininga, município de Aliança – Zona da Mata Norte de Pernambuco -, onde mora a agente comunitária de saúde M.F, é cercado por cana-de-açúcar, como as das Usinas São José e Santa Tereza. Segundo a agente de saúde, “a grande maioria das famílias de Upatininga vivem à mercê da plantação de cana”. Ali, os casos de contaminação e morte de trabalhadores rurais por causa dos agrotóxicos no monocultivo da cana são assustadores. Em cinco minutos de entrevista para a Comissão Pastoral da Terra, Dona M.F relembrou mais de sete casos.
Fonte: Site da CPT NE

segunda-feira

Amanhã (24) Reunião do Grupo de Discussão do Projeto de Irrigação da Chapada do Apodi e PDHC.


Amanhã (24) a partir das 14h00min o Grupo de Discussão do Projeto de Irrigação da Chapada do Apodi estará se Reunindo com a Coordenação do Projeto Dom Helder Câmara (PDHC), no sentido da Implementação da Discussão do Projeto de Irrigação da Chapada do Apodi na pauta das Reuniões do Comitê Territorial Sertão do Apodi, onde Francisco Edilson Neto já fez uma breve introdução da Discussão na Reunião passada do Comitê realizada nos dias 17 e 18 de Maio.
Este ponto faz parte das discussões deliberadas na Última Reunião do Grupo de Discussões, pois juga-se de suma importância a contemplação desta temática nas Reuniões do Território Sertão do Apodi. 
Postado por: Agnaldo Fernandes

Criado O Grupo de Discussão do Projeto de Irrigação da Chapada do Apodi.


A Reunião Contou com mais de
20 representações

Na última Quarta - Feira (18) várias lideranças do Movimento Social e Sindical do Estado do Rio Grande do Norte estiveram reunidas no sentido de trilhar encaminhamentos para o enfretamento do Projeto do Perímetro Irrigado da Barragem de Santa Cruz. A partir de agora está elaborado todo um Plano para Enfrentamento do Projeto, tendo em vista que, a forma em que se encontra estruturado o Projeto, este não apresenta condições satisfátorias para os Agricultores (as) Familiares da Região onde está previsto a sua instalação. 
Nesta Reunião estiveram presentes várias representações, tais como: COOPERVIDA, GVAA, Centro Terra Viva, MST, CPT, NUMA, UFERSA, SEAPAC, STTR de APODI, COOAFAP, ASA Potiguar, CF8, RENAP,Consulta Popular, SINTRAF de Felipe Guerra, Forúm da Agricultura Familiar de Apodi, e Lideranças Comunitárias do nosso Município que firmaram o Compromisso de estarem se reunindo frequentemente para discutir esta problemática.

Veja mais Imagens da Reunião:






Postado Por: Agnaldo Fernandes.

Cordel “A maldição dos Agrotóxicos ou o que faz o Agronegócio”

Veja a seguir o Cordel produzido pelo Núcleo Tramas – UFC, UECE, MST, Cáritas Diocesana de Limoeiro, CSP-Conlutas e CPT.

Clique na imagem para baixar o material.


Diga NÃO ao Projeto de Irrigação da Chapada do Apodi (Projeto de Morte), da Forma que está não dá.
"Um Grito por Justiça Social e Ambiental". 

Referência: Site Em Pratos Limpos
Postado por: Agnaldo Fernandes

Agrotóxicos impactam saúde do homem e ambiente

Imagem Retirada da Internet

Educação e fiscalização. Esses, de acordo com o pesquisador da Ensp Josino Costa Moreira, são os dois principais aspectos para conter os danos provocados pela utilização dos agrotóxicos na agricultura brasileira. O pesquisador, que coordenou estudos sobre o impacto dos agrotóxicos na saúde e ambiente na região centro-oeste e nordeste do país, revelou que as consequências são diversas. “Os agrotóxicos contaminam os alimentos, o ambiente e selecionam as espécies mais resistentes em determinado local. Esse impacto chega ao homem tanto pela exposição direta nas lavouras como pelas alterações que ele provoca no ambiente”, alertou.
De acordo com Josino, o Brasil compõe a lista dos principais consumidores de agrotóxicos. Em volume, é o maior do mundo, sendo também, um dos primeiros quando se observa o consumo por hectare plantado. Dessa forma, o pesquisador direcionou uma de suas pesquisas à região que mais produz soja e grãos no país. “O Estado do Mato Grosso foi o que mais consumiu pesticidas no Brasil em 2008 e 2009. É o que mais produz soja, e isso traz um grande impacto no ambiente, pois lá temos biomas importantes, e essa utilização vem acompanhada de vários riscos, já que o cerrado e mesmo a floresta estão sendo substituídos por áreas de cultivo”.
A pesquisa evidenciou grande contaminação em pessoas, segmentos ambientais, ar e animais. “Observamos contaminação em águas de rios, chuva e de poços artesianos, por exemplo. Outro resultado obtido foi em relação à contaminação de anfíbios. Animais que habitam as áreas contaminadas apresentaram alterações morfológicas mais frequentes quando comparadas às mesmas espécies que habitam áreas não contaminadas. Achamos um aumento de mais de 50% de deformações nessas áreas”, justificou. O estudo também observou as minhocas. “Comparamos a situação dessas espécies nos dois ambientes. Ficou comprovado que os herbicidas estudados (2,4 D e glifosato), quando não matam, impedem a reprodução da minhoca. Também foram encontrados resíduos de agrotóxicos no leite materno. Apesar de estarem em níveis muito baixos, podem, eventualmente, comprometer o desenvolvimento normal ou a saúde dos bebês.”
O crescimento do agronegócio no país é preocupante, segundo o pesquisador. Porém, deve ser enfrentado com duas ações. “O primeiro fator para solucionar esse problema é a educação! Conscientizando a população de que os agrotóxicos contaminam os alimentos, o ambiente, o homem, além de selecionarem as espécies mais resistentes em determinado ambiente, fica mais fácil trabalharmos. Por conta disso, nossa linha de ação busca focalizar a educação em todos os níveis, mas, principalmente, na escola primária. O trabalhador ficará mais sensibilizado se a informação vier pela fala de seu filho, pois, para eles que já trabalham há muito tempo com a substância, é difícil relacionar seus problemas de saúde ao uso dos agrotóxicos.”
Outra linha de ação, na opinião do pesquisador, deve ser a fiscalização. Nesse aspecto, ainda de acordo com ele, o Brasil vem deixando a desejar. “O governo tem de ser ativo na fiscalização e orientação das pessoas, particularmente dos trabalhadores rurais. Eles acabam sendo os responsáveis pela manipulação dessas substâncias que são tóxicas em alguma extensão. A falta de suporte técnico e científico a estes trabalhadores na utilização dos produtos é uma das falhas que estamos cometendo.”
Em relação à pesquisa no Nordeste, Josino afirmou que o trabalho está na fase final de tratamento dos dados. Nessa região, as pesquisas contemplam o município de Arapiraca, em Alagoas, com o impacto dos agrotóxicos sobre o homem e o ambiente como resultado da fumicultura; para os impactos resultantes da produção de frutas na região do São Francisco bem como de mulheres que trabalham na plantação do tomate em Pernambuco.

Compartilhe:
Informe Ensp/Agência Fiocruz de Notícias, publicado pelo EcoDebate, 23/05/2011

Programa Notícias do Campo faz um ano de Sucesso

Na última Sexta - Feira (20) O Programa Notícias do Campo que vai ao ar todas as Sextas na FM Lagoa de Soledade - 87,9, esteve realizando um Programa Especial de Aniversário onde n Oportunidade presenteu seus Ouvintes.
O pragrama tem Como apresentadores José Rita de Menezes (Zé Rita) e Edivânia dos Santos ue levam importantes informações para o Homem e a Mulher do Campo.
Na oportunidade foi registrado mais de 150 ligações em um período de uma hora, sendo realizado um sorteio de um Ventilador onde a ganhadora foi a Senhora Antonia Raquel que reside na Rua do Campo no Destrito de Soledade.

Postado por: Agnldo Fernandes

sexta-feira

Na Zona Rural de Apodi

Comunidades Rurais reclamam das pessímas condições em que estão e Tem alguém Vivendo Sobe pressão.

Fonte: Charge Retirada do
 Site da Gazeta do Oeste.

Gargalheiras sangra e Armando Ribeiro sobe

Com capacidade de armazenamento de 44 milhões de metros cúbicos de água, o açude Gargalheiras, localizado no município de Acari, sangrou no início da manhã dessa quinta-feira, 19, somando agora 14 reservatórios administrados pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), que estão sangrando no Rio Grande do Norte.
O sangramento do Gargalheiras preocupa municípios do Seridó e do Vale do Açu, já que a água desce para a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, em Itajá, cuja lâmina de água voltou a subir.
Na tarde de ontem, a sangria da Armando Ribeiro alcançou o maior nível do ano, alcançando 98 centímetros. A expectativa era que a lâmina de água superasse um metro até o final do dia, segundo opinou Hermenegildo Macedo, agente de atividade agropecuária do DNOCS.
Nessa quinta-feira, o secretário estadual de Justiça e Cidadania, Thiago Cortêz, visitou as áreas alagadas no bairro João XXIII em Caicó. O secretário declarou que ações emergenciais estão sendo providenciadas pelo Governo do Estado para ajudar as famílias atingidas pelas águas. O bairro João XXIII teve 77 famílias atingidas diretamente pelas chuvas que caíram entre a terça-feira e a quarta-feira.

Fonte: Site do Jornal De Fato

quinta-feira

Transgênicos causam problemas ambientais, de saúde e de soberania, afirma Stedile

  
Integrante da coordenação do Movimento Nacional dos Trabalhadores Sem Terra (MST), João Pedro Stédile aponta danos ambientais, de saúde pública e de soberania provocadas pelo cultivo de organismos geneticamente modificados. Em palestra na noite desta terça-feira (17), na sede do Sindicato dos Bancários, na capital paulista, ele atribuiu aos conglomerados multinacionais a responsabilidade pelos problemas.
Ele afirmou que há indícios de que o aumento do nível de chuva no Sudeste é consequência da substituição de áreas florestais na região da Amazônia Legal por vastas plantações de soja -- praticamente toda transgênica.
Na prática, por se tratar da variedade Roundup, patenteada pela Monsanto por ser alterada geneticamente para resistir a um herbicida desenvolvida pela divisão de agrotóxicos do mesmo conglomerado, todas as outras espécies -- daninhas ou não -- não sobrevivem. A extinção da biodiversidade altera o equilíbrio de chuvas.
"Esse desequilíbrio, nós sentimos em São Paulo e na Serra Fluminense", exemplificou. "Em função do desmatamento de floresta para plantar uma variedade única – de soja ou de pasto – permite que a chuva que cairia apenas lá, passaram a viajar para São Paulo e Rio de Janeiro. É o rio que viaja pela atmosfera", explica.
Em termos de saúde pública, um dos principais indicadores dos riscos advém de um estudo publicado por Vanderlei Pignatti, médico nutricionista e professor da Universidade Federal do Mato Grosso, acompanhou um grupo de mulheres por dez anos na cidade de Lucas de Rio Verde, a 350 quilômetros da capital.
Em estudo divulgado no início deste ano, ele constatou, pelo menos nos últimos dois anos, traços dos agrotóxicos aplicados na agricultura. "A mulher acumula o material e passa aquilo para o bebê dela, uma dose de veneno por dia", alerta Stédile.
Soberania
Stédile lembra que as sementes geneticamente modificadas de soja e de milho são capazes de contaminar outras plantações. O cultivo das variedades transgênicas implica pagamento de royalties às empresas que detêm a propriedade intelectual sobre os organismos. Ainda que parte dos agricultores tente resistir ao avanço dessa tecnologia, ele corre o risco de precisar pagar royalties por ter plantas contaminadas.
"O grau de contaminação entre áreas é muito grande na soja e no milho, alcançando um raio de oito quilômetros", afirmou Stédile. "O pólen das plantas na fazenda vizinha é levada pelo vento e o agricultor corre o risco de produzir soja transgênica sem querer. Com isso, humanidade corre o risco de só ter variedades transgênicas em 50 anos."
Protestos
Protestos e pressão sobre gerentes de supermercado são formas de aprofundar a luta por identificação de produtos que contenham sementes transgênicas em sua composição.
Para o ativista, vale até chamar a ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). "Tem que exigir a rotulagem, porque é lei, mas desrespeitada", sustenta. "Se tiver produto não rotulado, tem que cobrar o gerente do supermercado. Se precisar, chama a imprensa, o Samu, qualquer coisa para chamar a atenção", divertiu-se. "Se perguntarem quem vai ficar doente, pode responder que isso vai acontecer em breve com tanto transgênico. Ou então ameace dar um tapa no gerente da loja", brincou.
"Brigue com o gerente, porque é o primeiro que está na frente", explicou. "Para que ele (gerente) leve a reclamação adiante até chegar na Bunge (gigante do setor de alimentos)." Em casos em que não seja suficiente, ele sugeriu a denúncia ao Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), ao MInistério Público Federal e a outros órgãos públicos. As declarações foram feitas na noite desta terça-feira (17) em São Paulo. Ele participou de debate na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
Ele lembrou sobre a exigência de que os rótulos de produtos que usem alimentos geneticamente modificados em sua composição contenham o alerta (um triângulo amarelo com uma letra "T" escrita em preto). "Foi um avanço, e faço um reconhecimento público ao ministro (da Justiça) Márcio Thomaz Bastos", admitiu.

A medida, tomada em dezembro de 2003, primeiro ano do mandato do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Stédile não perdoa outra medida adotada oito meses antes, em março daquele ano. "Lula, num dos maiores erros de sua gestão, aceitou as ameaças de que, se não legalizassem os transgênicos, o Rio Grande do Sul iria quebrar, e editou medida provisória liberando o cultivo da soja da Monsanto", critica.
Confira a palestra de Stédile sobre transgênicos clicando aqui.

Por Anselmo Massad
Da
Rede Brasil Atual

Pequenos agricultores e assentados fazem marcha e protesto em Porto Alegre

Mais de 3.000 pequenos agricultores da Via Campesina realizaram uma grande marcha em Porto Alegre , na manhã desta quarta-feira (18), para exigir que o governo federal faça a renegociação das dívidas da agricultura familiar. Foi ocupado também o pátio do prédio do Ministério da Fazenda.


Leia também
MPA mobiliza 15 mil e faz audiências com governo federal
Os trabalhadores do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), que integram a Via Campesina, marcharam pela Av. Borges de Medeiros, no centro de Porto Alegre até o prédio do Ministério da Fazenda.
Os pequenos agricultores pretendem ficar no local por tempo indeterminado.
“O ponto principal da mobilização é a questão do endividamento, fundamentalmente com relação ao governo federal porque as dívidas junto ao governo do estado foram anistiadas. Estamos pautando também temas que dizem respeito ao governo do estado e que ainda não foram resolvidos”, aforma o assentado Isaias Vedovatto, do MST.

* A consolidação em um único contrato das dívidas de custeio e investimento dos camponeses e assentados da Reforma Agrária;
* Alongamento do prazo de pagamento para 15 anos, com 2 anos de carência e juro zero;
* Bônus de adimplência de 30% em cada parcela repactuada;
* Desconto de R$ 12 mil por família, incluindo o crédito emergencial;
* Acesso a novos financiamentos.

Por Bianca CostaFotos Leandro Silva.
Da Página do MST

Aquífero Guarani está contaminado por agrotóxicos

O Aquífero Guarani, manancial subterrâneo de onde sai 100% da água que abastece Ribeirão Preto, cidade do nordeste paulista localizada a 313 quilômetros da capital paulista, está ameaçado por herbicidas.
A conclusão vem de um estudo realizado a partir de um monitoramento do Departamento de Água e Esgotos de Ribeirão Preto (Daerp) em parceria com um grupo de pesquisadores, que encontrou duas amostras de água de um poço artesiano na zona leste da cidade com traços de diurom e haxazinona, componentes de defensivo utilizado na cultura da cana-de-açúcar.
No período, foram investigados cem poços do Daerp com amostras colhidas a cada 15 dias. As concentrações do produto encontradas no local foram de 0,2 picograma por litro - ou um trilionésimo de grama. O índice fica muito abaixo do considerado perigoso para o consumo humano na Europa, que é de 0,5 miligrama (milésimo de grama) por litro, mas, ainda assim, preocupa os pesquisadores, que analisam como possível uma contaminação ainda maior.
No Brasil, não há níveis considerados inseguros para as substâncias. Ainda assim, a presença do herbicida na zona leste - onde o aquífero é menos profundo - acende a luz amarela para especialistas. Segundo Cristina Paschoalato, professora da Unaerp que coordenou a pesquisa, o resultado deve servir de alerta. "Não significa que a água está contaminada, mas é preciso evitar a aplicação de herbicidas e pesticidas em áreas de recarga do aquífero", disse ela.
O monitoramento também encontrou sinais dos mesmos produtos no Rio Pardo, considerado como alternativa para captação de água para a região no longo prazo. "Isso mostra que, se a situação não for resolvida e a prevenção feita de forma adequada, Ribeirão Preto pode sofrer perversamente, já que a opção de abastecimento também será inviável se houver a contaminação".

Continue Lendo a Matéria clicando:  AQUI

Do DCI
Fonte: Site do MST

quarta-feira

Ações do STTR de Apodi repercutem na Blogosfera

* Do Blog do Caramurú

O Presidente do Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais do município de Apodi, Francisco Edilson Neto, trouxe para a reunião do colegiado territorial uma discussão muito importante. Trata-se do projeto de irrigação de 5 mil hectares da Chapada do Apodi com base no modelo tecnológico desenvolvido no baixo Assu.

Projeto de morte foi o adjetivo que o presidente Edilson deu para caracterizar um investimento de R$ 275.000.000,00 numa tecnologia altamente dependente de agrotóxicos e modelo de retirada de famílias para redistribuição da terra em bases de lotes que serão repassados para profissionais das ciências agrárias, empresários e novos agricultores.

Alternativamente, o sindicalista falou do sucesso atual da agricultura familiar que vem conseguindo elevar o padrão de vida das famílias do campo a partir de atividades agroecológicas que combina diversos tipos de criações animais com policultivos de grãos, frutas e hortaliças. “A Chapada é hoje uma grande produtora de mel e a renda das famílias assegura as três refeições, a compra de eletromésticos, melhorias habitacionais e a aquisição de meios de transportes. Vivemos felizes em paz com a natureza. Isto é sucesso”, concluiu Edilson.

* Imagem www.portalkgb.blogspot.com

* Do Blog Marmota Apodiense


Está acontecendo nesse momento no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Apodi mais uma discussão junto aos agricultores e agricultoras das varias regiões do município de Apodi, sobre as problemáticas do uso do agrotóxico em nosso município os efeitos negativos dessa pratica.

Em instantes traremos mais detalhes. Aguarde.

Por Jerlândio Moreira 


 * Do Blog Marmota Apodiense
Foto Arquivo

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Apodi, Edilson Neto, junto com uma equipe do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, iniciou na manha de hoje, 18, uma discussão plausível sobre o projeto de Irrigação da Chapada do Apodi, em defesa do pequeno agricultor que será fortemente prejudicado, com o atual modelo do projeto.


Por Jerlândio Moreira
Com informações de Ivone Brilhante e Wberlhane Pereira

  NOTA NOSSA:
OBRIGADO A TODOS OS COMPANHEIROS (AS) QUE BLOGAM AS NOSSAS AÇÕES E DIVULGM O NOSSO TRABALHO, QUE É FRUTO DE UMA GRANDE ORGANIZAÇÃO SOCIAL QUE O MUNICIPIO DE APODI POSSUI. SOMOS GRATOS DE TODAS AS FORMAS A TODOS QUE NOS AJUDAM NA LUTA POR UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA E IGUAL PARA TODOS.
 REFERÊNCIAS PARA ESTA POSTAGEM: BLOG MARMOTA APODIENSE E BLOG NOTÍCIAS DO SERTÃO.

Dia Bastante Movimento no STTR de Apodi

Queremos pedir desculpas aos nossos Visitantes pela a ausência de postagem neste dia (18), pois várias foram as atividades desenvolvidas nos dias de hoje o que consumiu bastante o nosso tempo. Amanhã traremos as Imagens e Informações das Ações desenvolvidades hoje por toda a Equipe do STTR de Apodi.
Lutar por dias melhores para o homem e a mulher do campo é o nosso Dever e nossa Obrigação.

Postado por: Agnaldo Fernandes.

terça-feira

Plantadores (as) de Arroz do Vale do Apodi estão Organizando cada vez mais a Cadeia Produtiva do Arroz.

Prof. Neyton de Oliveira Miranda (UFERSA)





Durante a manhã do Ultimo Domingo (15), vários agricultores (as) plantadores de Arroz no Vale do Apodi estiveram se reunindo na Comunidade de Queimadas, no sentido de estarem contribuindo cada vez para o Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Arroz do Município de Apodi.
O cultivo de arroz no Vale do Apodi, no Rio Grande do Norte, está sendo objeto de pesquisa da Universidade Federal Rural do Semi-Árido. Por meio do Projeto Avaliação, Introdução e Difusão de Cultivares de Arroz de Tipos Especiais e Tecnologia para a Produção, Coordenado pelo professor do Departamento de Ciências Ambientais e Tecnologias para Produção no Vale do Apodi-RN,  Neyton de Oliveira Miranda, e aprovado pelo CNPq.
Segundo o professor Neyton Miranda o projeto irá beneficiar 23 famílias da Comunidade Reforma e mais de 360 da região do Vale. A pesquisa conta também com a parceria do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Apodi, Associação de Produtores de Arroz do Vale do Apodi, Associação dos Produtores Rurais dos Produtores da Comunidade Reforma, do Serviço de Apoio a Projetos Alternativos Comunitários (SEAPAC) e da Embrapa Teresina.
Nesse Primeiro momento serão instaladas Unidades Demonstrativas (UD) nas Comunidades Rurais de Reforma, Queimadas, Baixa Fechada e Santa Rosa.

Postado por: Agnaldo Fernandes.
Referências para esta postagem: Site da UFERSA