quinta-feira

MOVA - Brasil: Instalação das 15 Turmas é Sucesso em Apodi.

Turma do MOVA - Brasil em Trapiá II

Turma do MOVA - Brasil em Bamburral
A Coordenadora Local do MOVA – Brasil de Apodi iniciou a temporada de Visita as turmas que segundo ela freqüentemente vai está passando nas turmas para verificar a Funcionabilidade das 15 turmas instaladas no Núcleo de Apodi. Segundo Edjanete Fernandes (A Coordenadora Local do MOVA – Brasil em Apodi) todos os meses serão realizadas no mínimo uma visita a cada Turma, o que possibilita uma avaliação mais aprofundada com relação as Condições: Pedagógicas, Políticas e Administrativas.  
Edjanete Fernandes ainda acrescenta “Esse é um momento muito gratificante para nós que fazemos parte do Mova – Brasil; os educandos (as) estão entendendo o objetivo do Projeto e estão participando, em todas as turmas em que visite há um bom número de educandos presentes nas salas de aulas e isso nos deixa muito contente. Outro passo importante proporcionado por essas visitas é contribuir com os educadores (as) com relação metodologia do Projeto, falar um pouco do que é o projeto e o que ele significa na vida das pessoas. Onde na oportunidade é possível ouvir vários depoimentos dos educandos percebendo o desejo e a força de vontade em permanecer estudando”.
Vale salientar a importância da Grande parceria afirmada com o STTR de Apodi, que vem a cada vez mais possibilitando o êxito das ações do Núcleo, estamos na Segunda semana de instalação das Turmas e o STTR de Apodi não têm medido esforços para o sucesso do Projeto no Município de Apodi.

Por: Agnaldo Fernandes

A quem interessa a transposição do São Francisco?

Por Aziz Ab´Sáber
Geógrafo, professor e escritor
No Envolverde

É compreensível que em um país de dimensões tão grandiosas, no contexto da tropicalidade, surjam muitas ideias e propostas incompletas para atenuar ou procurar resolver problemas de regiões críticas. Entretanto, é impossível tolerar propostas demagógicas de pseudotécnicos não preparados para prever os múltiplos impactos sociais, econômicos e ecológicos de projetos teimosamente enfatizados.
Nesse sentido, bons projetos são todos aqueles que possam atender às expectativas de todas as classes sociais regionais, de modo equilibrado e justo, longe de favorecer apenas alguns especuladores contumazes.
Nas discussões que ora se travam sobre a questão da transposição de águas do São Francisco para o setor norte do Nordeste Seco, existem alguns argumentos tão fantasiosos e mentirosos que merecem ser corrigidos em primeiro lugar. Referimo-nos ao fato de que a transposição das águas resolveria os grandes problemas sociais existentes na região semi-árida do Brasil.
Trata-se de um argumento completamente infeliz lançado por alguém que sabe de antemão que os brasileiros extra-nordestinos desconhecem a realidade dos espaços físicos, sociais, ecológicos e políticos do grande Nordeste do País, onde se encontra a região semi-árida mais povoada do mundo.
O Nordeste Seco, delimitado pelo espaço até onde se estendem as caatingas e os rios intermitentes, sazonários e exoreicos (que chegam ao mar), abrange um espaço fisiográfico socioambiental da ordem de 750.000 quilômetros quadrados, enquanto a área que pretensamente receberá grandes benefícios abrange dois projetos lineares que somam apenas alguns milhares de quilômetros nas bacias do rio Jaguaribe (Ceará) e Piranhas/Açu, no Rio Grande do Norte. Portanto, dizer que o projeto de transposição de águas do São Francisco para além Araripe vai resolver problemas do espaço total do semi-árido brasileiro não passa de uma distorção falaciosa.
Um problema essencial na discussão das questões envolvidas no projeto de transposição de águas do São Francisco para os rios do Ceará e Rio Grande do Norte diz respeito ao equilíbrio que deveria ser mantido entre as águas que seriam obrigatórias para as importantíssimas hidrelétricas já implantadas no médio/baixo vale do rio – Paulo Afonso, Itaparica e Xingó.
Devendo ser registrado que as barragens ali implantadas são fatos pontuais, mas a energia ali produzida, e transmitida para todo o Nordeste, constitui um tipo de planejamento da mais alta relevância para o espaço total da região.
Segue-se na ordem dos tratamentos exigidos pela idéia de transpor águas do São Francisco para além Araripe a questão essencial a ser feita para políticos, técnicos acoplados e demagogos: a quem vai servir a transposição das águas?
Os “vazanteiros” que fazem horticultura no leito dos rios que “cortam” – que perdem fluxo durante o ano-serão os primeiros a ser totalmente prejudicados. Mas os técnicos insensíveis dirão com enfado: “A cultura de vazante já era”. Sem ao menos dar qualquer prioridade para a realocação dos heróis que abastecem as feiras dos sertões. A eles se deve conceder a prioridade maior em relação aos espaços irrigáveis que viessem a ser identificados e implantados. De imediato, porém, serão os fazendeiros pecuaristas da beira alta e colinas sertanejas que terão água disponível para o gado, nos cinco ou seis meses que os rios da região não correm.
Um projeto inteligente e viável sobre transposição de águas, captação e utilização de águas da estação chuvosa e multiplicação de poços ou cisternas tem que envolver obrigatoriamente conhecimento sobre a dinâmica climática regional do Nordeste. No caso de projetos de transposição de águas, há de ter consciência que o período de maior necessidade será aquele que os rios sertanejos intermitentes perdem correnteza por cinco a sete meses.
Trata-se, porém, do mesmo período que o rio São Francisco torna-se menos volumoso e mais esquálido. Entretanto, é nesta época do ano que haverá maior necessidade de reservas do mesmo para hidrelétricas regionais. A afoiteza com que se está pressionando o governo para se conceder grandes verbas para início das obras de transposição das águas do São Francisco terá conseqüências imediatas para os especuladores de todos os naipes.
O risco final é que, atravessando acidentes geográficos consideráveis, como a elevação da escarpa sul da Chapada do Araripe – com grande gasto de energia!-, a transposição acabe por significar apenas um canal tímido de água, de duvidosa validade econômica e interesse social, de grande custo, e que acabaria, sobretudo, por movimentar o mercado especulativo, da terra e da política.
No fim, tudo apareceria como o movimento geral de transformar todo o espaço em mercadoria.

*Aziz Ab´Sáber é geógrafo, professor e escritor. Professor-Doutor em Geografia Física (USP), ganhador do prêmio Ciência e Meio Ambiente da Unesco, também foi presidente da SBPC e do Condephaat e diretor do Instituto de Geografia da USP.
Fonte: Site do MST

Frente Parlamentar fortalece assistência técnica para agricultura familiar

Frente Parlamentar fortalece assistência técnica para agricultura familiar

Foto: Eduardo Aigner/MDA

Fortalecer o diálogo da sociedade com o governo para ampliar o desenvolvimento de políticas públicas de assistência técnica e extensão rural (ATER). Este é um dos objetivos da Frente Parlamentar da Assistência Técnica e Extensão Rural, instalada na manhã desta quarta-feira (23) em Brasília (DF), em solenidade realizada no auditório Nereu Ramos do Congresso Nacional. A Frente é formada por 192 parlamentares.

Durante o encontro, a secretária-executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Márcia Quadrado, destacou os avanços da assistência técnica para a agricultura familiar nos últimos oito anos, que culminaram com a aprovação da Lei Geral de ATER, em vigor desde 2010. “Essas políticas foram criadas e constituídas graças a um trabalho do Governo Federal e do Parlamento em conjunto com as organizações da sociedade civil”, lembrou a secretária.
Desde 2003, quando o MDA assumiu a gestão das políticas públicas de ATER, o número de produtores familiares atendidos era de 160 mil. Em 2009, o número chegou a 1,9 milhão. “A consolidação e a institucionalização desta política em 2010, através da Lei Geral de ATER, criou condições para o desenvolvimento de um serviço continuado com foco na efetividade e em seu resultado”, ressaltou Márcia Quadrado. A secretária afirmou que a consolidação da Lei, aliada a outras políticas públicas do Ministério, é importante para o esforço conjunto de governo e sociedade para erradicar a extrema pobreza no País.
A Lei Geral de ATER, definiu que a prestação dos serviços seja feita por meio de chamadas públicas. Desde sua implantação,foram realizadas 156 chamadas públicas para atender agricultores familiares, mulheres, indígenas e quilombolas. Hoje, mais de 450 entidades de ATER estão credenciadas no MDA para participar do processo de seleção.

Qualidade de vida no campo
O diretor do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural da Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), Argileu Martins da Silva, afirmou que as ações da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural para Agricultura Familiar (Pnater), instituída pela Lei Geral de ATER, garante a melhoria da vida no campo. “Vivemos um momento onde a transferência de tecnologia e a modernização do campo permitem ao Brasil aumentar a produção e garantir a segurança alimentar.”

O coordenador para a implantação da Frente Parlamentar, deputado Zé Silva (PDT/MG), destacou que um dos objetivos da Frente é ampliar e fortalecer as ações de assistência técnica e extensão rural. “O propósito da Frente é servir de elo entre o Congresso, a sociedade e o executivo, permitindo que demandas sejam atendidas ao mesmo tempo que se coloca este debate na pauta nacional”.
Fonte: Site do MDA

Encontro TERRITORIAL: A importância da ATER para o fortalecimento da Agricultura Familiar.

Objetivo: Mobilizar agricultores (as) e sociedade civil para debater a situação e perspectivas da assessoria técnica para a Agricultura Familiar, no estado do Rio Grande do Norte.

PROGRAMAÇÃO
Dia: 30/03 Quarta-feira
Local: STR Apodi.
7h às 8h30 Credenciamento
8h30 às 9h00 Abertura do evento: Vídeo Semeando Agroecologia. REDE Pardal/AVSF/UE.
9h00 às 10h45 Mesa de debate: Panorama atual da Assessoria Técnica para a Agricultura familiar no RN.
10h45 às 11h00 Intervalo
11h00 às 12h30 Mesa de debate: A Política de Assessoria Técnica a Agricultura familiar no RN.
12h30 às 14h00 Intervalo para almoço
14h00 às 15h30 Mesa de debate: Caminhos para a Assessoria Técnica a Agricultura familiar no RN.
15h30 às 17h00 Encaminhamentos e Encerramento.
Enviado por: Paulo Segundo - Terra Viva

Preparação para o SEMINÁRIO: IMPACTO DO AGRONEGÓCIO/AGROTÓXICOS NA SAÚDE, NO TRABALHO E NO AMBIENTE.

Agricultores (as) do Vale do Apodi

Agricultores (as) da Chapada

Agricultores (as) da Chapada (Outra Região).

Agricultores (as) da Chapada (Outra Região)

Agricultores (as) do Vale de Upanema.
No último dia 22 de Março, Agricultores (as) do Município de Apodi estiveram reunidos no Auditório do Sindicato de Apodi para a elaboração dos Painéis Sociais de cada Região do Apodi. Além dos Agricultores (as) de Apodi participaram também agricultores (as) dos Municípios de Assú/RN e Upanema, onde foi colocado por todos (as) as realidades que os mesmos estão inseridos.
Os painéis elaborados nessa atividade serão apresentados no SEMINÁRIO: IMPACTO DO AGRONEGÓCIO/AGROTÓXICOS NA SAÚDE, NO TRABALHO E NO AMBIENTE, que irá acontecer na próxima Terça – Feira (dia 29 de Março) no Auditório do STTR de Apodi.
A atividade foi bastante Produtiva onde cada relato foi importante para que fosse explanado a realidade de cada região que ali estava representada pelos seus Moradores, portanto, fica o Convite para todos (as) se fazerem presentes no Evento que acontecerá no Próximo dia 29, sua presença é de suma importância.
Por: Agnaldo Fernandes

Globo Repórter mostra frutas, verduras e legumes orgânicos

Nesta sexta-feira (25), você vai conhecer os alimentos livres de contaminação e mais saudáveis e descobrir o perigo dos agrotóxicos.

 
Nesta sexta-feira (25), o Globo Repórter vai mostrar frutas, verduras e legumes orgânicos, alimentos livres de contaminação e mais saudáveis.
Uma universidade brasileira comprova em testes de laboratório que os alimentos orgânicos têm mais vitaminas e aumentam a nossa imunidade.
Conheça o perigo dos agrotóxicos e veja o caso do rapaz intoxicado pelos pesticidas que seus pais usavam na roça.
Descubra como a experiência com a merenda escolar orgânica melhorou a saúde e mudou o paladar de milhares de crianças.
As hortas caseiras são um caminho para quem quer comer orgânicos sem gastar um tostão.
Fonte: Site do Globo Reporter.
Enviado por: Sílvio Roberto
Assessor técnico da COOPERVIDA.

Amahã haverá Assembléia da CREDIOESTE SOL.

A CREDIOESTE SOL – Cooperativa de Crédito Solidário da Agricultura Familiar do Oeste Potiguar, Convida todos (as) seus  Associados (as) para participação de nossa Assembléia Geral Ordinária/Anual, que acontecerá dia 25 de Março/2011, as 09:00hs no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Apodi/RN.

Segundo Raimundo Canuto (Presidente da CREDIOSTE) estarão reunindos neste evento cerca de 250 agricultores familiares e esperamos, portanto contar com vossa honrosa presença para agricultura familiar do Oeste Potiguar.

Atenciosamente,

RAIMUNDO CANUTO DE BRITO
Presidente da CREDIOESTE SOL.
 
Enviado por: CREDIOESTE SOL

Jovens da comunidade de Juazeiro II participam de Palestra sobre“Agroecologia e Políticas Públicas”.


A COOPERVIDA promoveu uma palestra sobre “Agroecologia e Políticas Públicas” com os jovens da comunidade de Juazeiro II, em que na ocasião os técnicos fizeram uma explanação de forma compreensiva sobre o tema e perceberam uma interação satisfatória dos jovens. Com relação às políticas publicas foi abordado o programa Compras Governamentais enfatizando a criação de hábito alimentar, geração de renda, controle social, sustentabilidade local. Os técnicos repassaram de forma simples que nas escolas, os jovens podem desempenhar como cidadãos, as funções de controle social e nas horas vagas poderem ajudar seus pais, desenvolvendo alguma atividade geradora de renda, como por exemplo, aproveitar as frutas dos quintais e beneficiar para consumo da familiar e comercialização do excedente pela Compra Governamental. Lembrando também que no evento contou com a presença de algumas integrantes da Comissão de Jovens do STTR, (TAÍRES E VANICLEIDE), que são jovens da própria comunidade. Portanto ao término da palestra fizemos um momento de avaliação com os jovens e que os mesmos avaliaram a palestra como muito proveitosa e demonstraram-se bastante interessados que a COOPERVIDA desse continuidade no trabalho com os jovens.
Enviado por: José Flaviano B. de Lira
Engº Agrônomo.COOPERVIDA

quarta-feira

REPERCUSSÃO da Matéria: Soja usa 5 milhões de litros de agrotóxico e chega ao leite materno em MT.



Matéria republicada aqui no Noticias do Campo no último Sábado (19) adivinda do blog do Luis Nassif enviada pelo Companheiro Júnior da CPT está repercutindo nos principais jornais e portais da internet. Saiu no Jornal Hoje da Rede Globo, IG, UOL e Folha de São Paulo. Veja a matéria que saiu na Folha de São Paulo de hoje (23.03.2011).
Folha de São Paulo
"Estudo aponta agrotóxico em leite materno"






Pesquisa em cidade de 45 mil habitantes do MT detecta presença da substância em amostras coletadas de 62 mulheres

Em algumas, havia até seis tipos do produto; toxicologista diz que contaminação põe em risco saúde de crianças



NATÁLIA CANCIAN

MARÍLIA ROCHA

DE SÃO PAULO



O leite materno de mulheres de Lucas do Rio Verde, cidade de 45 mil habitantes na região central de Mato Grosso, está contaminado por agrotóxicos, revela uma pesquisa da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso).

Foram coletadas amostras de leite de 62 mulheres, 3 delas da zona rural, entre fevereiro e junho de 2010. O município é um dos principais produtores de grãos do MT.

A presença de agrotóxicos foi detectada em todas. Em algumas delas havia até seis tipos diferentes do produto.

Essas substâncias podem pôr em risco a saúde das crianças, diz o toxicologista Félix Reyes, da Unicamp. "Bebês em período de lactação são mais suscetíveis, pois sua defesa não está completamente desenvolvida."

Ele ressalta, porém, que os efeitos dependem dos níveis ingeridos. A ingestão diária de leite não foi avaliada, então não é possível saber se a quantidade encontrada está acima do permitido por lei.

"A avaliação deve ser feita caso a caso, mas crianças não podem ser expostas a substâncias estranhas ao organismo", diz Reyes.

A bióloga Danielly Palma, autora da pesquisa, afirma que a contaminação ocorre principalmente pela ingestão de alimentos contaminados, mas também por inalação e contato com a pele.

Entre os produtos encontrados há substâncias proibidas há mais de 20 anos.

O DDE, derivado do agrotóxico (DDT) proibido em 1998 por causar infertilidade masculina e abortos espontâneos, foi o mais encontrado.



MÁ-FORMAÇÃO

Das mães que participaram da pesquisa, 19% já sofreram abortos espontâneos em gestações anteriores.

Também relataram má-formação fetal e câncer, mas não é possível afirmar se os casos são consequência da ingestão de agrotóxicos.

Mais de 5 milhões de litros de agrotóxicos foram utilizados no município em 2009, segundo a pesquisa.



OUTRO LADO



Associação afirma que danos à saúde não são provados



DE SÃO PAULO



A Associação Nacional de Defesa Vegetal, representante dos produtores de agrotóxicos, diz desconhecer detalhes da pesquisa, mas ressalta que a avaliação de estudos toxicológicos é complexa.

Segundo a entidade, faltam estudos que comprovem prejuízos à saúde provocados por produtos usados adequadamente. "Não há evidências científicas de que, quando usados apropriadamente, os defensivos agrícolas causem efeito à saúde".

A Secretaria de Saúde de Mato Grosso diz que problema semelhante foi detectado em uma pesquisa feita há cinco anos, quando multas foram aplicadas. O caso "não se tornou um problema de saúde" na época, diz a pasta.

O governo afirma que vai avaliar a situação atual.
Enviada por: Antonio Nilton Bezerra Júnior
- Ass. Social da CPT/RN.

MOVA - Brasil - Coordenadora Local do Núcleo de Apodi visita a Comunidade de Santana

A coordenadora do núcleo Apodi/RN, Edijanete Fernandes, esteve agora a pouco visitando as turmas do Projeto Mova Brasil aqui no Distrito de Santana.
O objetivo do projeto Contribuir para a redução do analfabetismo no Brasil, o fortalecimento da cidadania e a construção de políticas públicas para a Educação de Jovens e Adultos
Fonte: Santana News.

Mensagem do STTR de Apodi aos Apodienes pelos 176 anos de Emancipação Política

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segunda-feira

POLUIÇÃO DA CHAPADA DO APODI: Amanhã (22) é dia da Elaboração da “Cartografia Social”.

Reunião com a Profª. Andrezza Graziella que faz parte do
Núcleo Tramas Coordenado por Dr. Raquel Rigotto.
Em meio às discussões sobre o Seminário IMPACTOS DOS AGROTÓXICOS/AGRONEGÓCIO NA SAÚDE, NO TRABALHO E NO MEIO AMBIENTE (que irá acontecer no dia 29 de Março no Auditório do STTR de Apodi) surgiu a idéia da criação de uma atividade que irá demonstrar a realidade de vários P. A’s e comunidades rurais através da elaboração de “Mapas Sociais” criados pelos próprios moradores de cada comunidade.
Amanhã (22) acontecerá a atividade para confecção destes mapas será realizada na próxima  ÀS 8H00MIN DA MANHÃ NO AUDITÓRIO DO STTR DE APODI.
A elaboração dos “mapas sociais” serviram para que se tenham um contato maior com a realidade que os agricultores (as) estão inseridos, enfim, esta atividade servirá como instrumento de diagnostico da realidades onde os Sujeitos estão inseridos. 

Observação: 
Quando nos referimos a Chapada do Apodi estamos tratando da seguinte porção Geográfica; 
A Chapada do Apodi é uma formação montanhosa brasileira localizada na divisa entre os estados do Rio Grande do Norte e do Ceará.
No estado do Rio Grande do Norte está distribuída em quatro municípios: Apodi, Baraúna, Felipe Guerra e Governador Dix-Sept Rosado. No estado do Ceará está distribuída por cinco municípios: Alto Santo, Jaguaruana, Limoeiro do Norte, Quixeré e Tabuleiro do Norte. A chapada funciona como divisor de águas entre as bacias hidrográficas dos rios Apodi e Jaguaribe.
Por: Agnaldo Fernandes

CONVITE: SEMINÁRIO IMPACTO DO AGRONEGÓCIO/AGROTÓXICOS NA SAÚDE, NO TRABALHO E NO AMBIENTE.


Equipe de Organização do Evento

SEMINÁRIO: IMPACTO DO AGRONEGÓCIO/AGROTÓXICOS NA SAÚDE, NO TRABALHO E NO AMBIENTE.

Atualmente várias pesquisas brasileiras têm evidenciado o impacto do agronegócio na saúde, no trabalho e no ambiente. Dentre os agravos à saúde relacionados ao agronegócio, os de maior relevância e impacto negativo para a saúde humana e ambiental são as poluições e/ou contaminações e intoxicações relacionadas aos agrotóxicos.
Nesse sentido, o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Apodi, a Comissão Pastoral da Terra do RN, o GVAA e a ASA POTIGUAR, em parceria com o Núcleo TRAMAS-UFC e o Grupo de Pesquisa Marcos Teóricos Metodológicos Reorientadores da Educação e do Trabalho em Saúde da UERN realizam o Seminário Impacto do agronegócio/agrotóxicos na saúde, no trabalho e no ambiente, de âmbito estadual, com o objetivo de ampliar a discussão sobre esse tema para o Rio Grande do Norte.

PROGRAMAÇÃO

Data: 29 de março de 2011
Local: Sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Apodi
Horário:

8:30h – Mesa de Abertura

9:00h – Vozes do território: a realidade da vida no campo em Apodi, Açu e Baraúna

10:00h – Mesa Redonda: Impacto do agronegócio/agrotóxicos na saúde, no trabalho e no ambiente.
Convidadas:

Drª Raquel Rigotto – Médica do Trabalho, Doutora em Sociologia, Professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC), Coordenadora do Núcleo TRAMAS – Trabalho, Meio Ambiente e Saúde para a Sustentabilidade – UFC.
Drª Andréia Lessa – Engenheira Química, Doutora em Engenharia Química, Professora do Instituto Federal do Rio Grande do Norte.

11:00h – Debate

14:00h – Ato Público Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.

sábado

ABSURDO: Soja usa 5 milhões de litros de agrotóxico e chega ao leite materno em MT

O município de Lucas do Rio Verde, localizado ao norte do Estado,  é caracterizado como segundo maior produtor de grãos do Estado. Em 2009 cultivou 410 mil hectares de soja e milho.Para isso,  utilizou nada mais nada menos que cerca de 5 milhões de litros de agrotóxicos. Bom para a indústria, bom para os negócios, péssimo para a saúde da população. Principalmente de mães, cujos filhos estão em idade de amamentação. Uma pesquisa revelou a presença de agrotóxico no leite materno das gestantes que residem no município. Isso mesmo: agrotóxico no leite materno.
“Após a aplicação, parte desses produtos atinge a peste alvo, enquanto que o restante pode ser disperso no ambiente e acumular-se no organismo humano” – explica Danielly Cristina de Andrade Palma, mestranda em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Mato Grosso. Nas amostras de leite coletadas de 62 nutrizes, foram encontradas pelo menos um tipo de agrotóxico. A coleta foi feita entre a 3ª e a 8ª semana após o parto. Entre as variáveis estudadas, ter tido aborto foi uma variável que se manteve associada à presença de três agrotóxicos.
O estudo é uma alerta para os moradores da região, pois os resultados podem ser oriundos da exposição ocupacional, ambiental, alimentar do processo produtivo da agricultura que expôs a população a 114,37 litros de agrotóxicos por habitante na safra agrícola de 2009/2010..
“Por suas características fisiológicas e vulnerabilidade à exposição a agentes químicos presentes no ambiente, este leite ao ser consumido pelos recém-nascidos pode provocar agravos à saúde” – diz a pesquisadora.
De acordo com o secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Lucas do Rio Verde, Edu Pascosk, o que aconteceu no município foi um fato esporádico que ocorreu devido a uma pulverização de uma aeronave que passou dentro do perímetro urbano. “todas as providências já foram tomadas e os agricultores estão seguindo normalmente a legislação federal”, informou.
O município é considerado o segundo maior produtor de grãos do Estado. E para o agronegócio, o lucro pode estar acima da vida. Diante dos fatos, parece que o mesmo governo que faz campanhas para incentivar as mulheres a amamentar, financia o agronegócio que produz a comida envenenada, contaminando o leite da maioria das mães.
Thais Tomie
Redação 24 Horas News

Fonte: Blog do Luis Nassif
Enviada por: Antonio Nilton Bezerra Júnior
- Ass. Social da CPT/RN.

CONVITE: Assembléia da CREDIOESTE SOL

A CREDIOESTE SOL – Cooperativa de Crédito Solidário da Agricultura Familiar do Oeste Potiguar, Convida todos (as) seus  Associados (as) para participação de nossa Assembléia Geral Ordinária/Anual, que acontecerá dia 25 de Março/2011, as 09:00hs no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Apodi/RN.
Segundo Raimundo Canuto (Presidente da CREDIOSTE) estarão reunindos neste evento cerca de 250 agricultores familiares e esperamos, portanto contar com vossa honrosa presença para agricultura familiar do Oeste Potiguar.

Atenciosamente,

RAIMUNDO CANUTO DE BRITO
Presidente da CREDIOESTE SOL