
Ater Mulheres e os trabalhos coletivos das mulheres de Rio Novo: Do pé de algaroba pra lá, sem parar de mexer.
As mulheres do campo, cada qual com suas histórias e trajetórias,
trabalham com esforço e dedicação buscando melhorias de vida. Mulheres
de Rio Novo, comunidade de Apodi, RN, unem forças e se organizam em
trabalhos coletivos a fim de fortalecer a produção e garantir sua renda.
Dois exemplos de grupos de mulheres nos mostram o quanto o trabalho
coletivo pode favorecer a auto organização e a autonomia das mesmas.
A seguir, veremos que do pé de algaroba pra lá não se para de mexer,
as experiências de mulheres de Rio Novo que e sua organização coletiva.
Do pé de algaroba pra lá…
Foi assim que Izabel, agricultora desde criança falou: “dali daquele
pé de algaroba pra lá, é tudo trabalho nosso”. Izabel Lima de Oliveira,
Maria Alves e Francisca Edileusa Melo, são vizinhas na comunidade de Rio
Novo, Apodi, RN e com uma terra emprestada, resolveram plantar milho e
batata doce para somar na renda familiar.

As três amigas estavam trabalhando somente em casa quando decidiram
fazer o cultivo de milho. Maria destaca que a participação na associação
comunitária de Rio Novo e adjacentes e também em outros espaços de
decisões foram essenciais para elas se mobilizarem para o trabalho
coletivo e para facilitar o acesso às políticas públicas voltadas para
elas.
Quando elas acessaram o projeto ATER Mulheres, seus projetos já
estavam em suas cabeças: melhorar e aumentar a produção que já haviam
começado. Com o projeto compraram luvas, canos, aspersores de irrigação e
fizeram o planejamento de outros cultivos como a batata doce e já planejam acrescentar a macaxeira.

Fonte: http://centrofeminista.com/
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